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2 de setembro de 2011

O HOMEM DO FUTURO (2011)


Rafael Seibel esteve, a convite do Clube do Assinante ZH, na pré-estreia deste longa que estreia hoje. Saiba o que esperar:

A qualidade da safra atual do cinema nacional é inegável, com grandes filmes, clássicos em alguns casos, mas sempre há um pouco de desconfiança. Filme brasileiro, que é misto de comédia-romântica com ficção cientifica sobre a viagem em uma maquina do tempo, o que esperar?

Zero (Wagner Moura) é um cientista genial que tem uma vida amarga, onde carrega a humilhação pública na faculdade há 20 anos e que o levou a perder Helena (Alinne Moraes), o grande amor de sua vida. Certo dia, uma experiência acidental, com um de seus inventos, faz com que ele viaje no tempo, mais precisamente, à data da festa onde foi humilhado. Ele percebe que tem a chance de alterar seu futuro, não se permitindo os mesmo erros. Zero retorna ao presente totalmente modificado e percebe uma realidade a qual não acreditava ser possível. 

O filme apresenta mais uma grande atuação de Wagner Moura como Zero, nas mais diferente alternativas de seu futuro e de encontros com a Helena vivida de forma destacada por Aline Moraes. O roteiro flui de forma muito leve e natural e, ao longo da história, tem todas as sua pontas amarradas entre idas e vindas, do passado e do futuro. O destaque está na trilha sonora, pelo menos para mim, pois foi uma verdadeira viagem tempo: Legião Urbana é nostálgico e está bem colocado. 

Há algum tempo que não assistia um filme como o Homem do Futuro. Quando chega o seu final, traz uma sensação de que poderia ter mais algumas horas e que seria prazeroso da mesma forma. Muito divertido e inovador. Recomendo-o, mesmo que tenha bebido em uma fonte clássica no cinema. Não é, Mcfly?

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