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13 de dezembro de 2010

As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada

Os filmes de fantasia sempre trazem mensagens de esperança e pequenas lições para quem os assiste. Nárnia não foi diferente em nenhum dos filmes se tratando desse aspecto. Em Nárnia: a viagem do Peregrino da Alvorada, Edmundo e Lúcia voltam para Nárnia em companhia de seu primo (insuportável, até certo ponto) Eustáquio.

Ao chegar em Nárnia o grupo é resgatado do mar pelo Peregrino da Alvorada, o barco mais rápido de toda Nárnia. Após alguns minutos de filme, o grupo sem saber porque está nesse outro mundo, recebem sua missão: Encontrar os sete fidalgos que foram enviados para explorar o mar oriental. Durante a viagem descobre um perigo imenso, uma fumaça que engole as pessoas e as levam para algum lugar desconhecido. O grupo então parte para enfrentar esse mal e permitir que a paz reine novamente.

Para quem nunca leu o livro em si e que gosta de histórias de fantasia, o filme é realmente muito bom. O faz penetrar no mundo mágico sem notar pequenos deslizes da produção, tanto no cenário, quanto aos efeitos especiais. Outra coisas que me deixou um pouco chateado foi o filme ter sido convertido para 3D e a única coisa que eu vi em 3D foi a legenda.

O que mais surpreende nessa produção, foi que ao introduzir um novo personagem na trama, o primo Eustáquio, a história faz uma grande reviravolta no que se é esperado na maioria dos filmes de fantasia, revelando uma pessoa desconhecida por esse jovem descrente: ele mesmo. É praticamente uma conversão religiosa, de acordo com algumas pessoas, mas eu particularmente acho diferente. Acredito que qualquer um pode mudar quando há um bom motivo para isso, assim como penso que todos merecem uma segunda chance para mostrar quem realmente é ou se conhecer melhor e tomar outras atitudes.

Outro fato marcante do filme é a construção dos cenários de acordo com o sentimento dos personagens. Há cenas em que o medo é marcante e o cenário é sombrio, reproduzindo o efeito de medo em quem assiste. Também, em uma das cenas, quando o grupo está no barco e vê várias flores flutuando, dando uma sensação de paz e serenidade, realmente é possíveil sentir toda aquela boa sensação.

Uma boa dica para quem tem a criança interior viva e pronta para viajar por um mundo de fantasia e aventura.

Já assisitram? O que vocês acharam? Comentem.

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