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29 de novembro de 2010

A VIAGEM DE CHIHIRO (Sen to Chihiro no Kamikakushi, 2010)

Nosso post de hoje tem a super-contribuição do Sr. Hanns Schults, ávido seguidor nosso no twitter. Ele traz para nós as suas impressões sobre esta que é uma das mais belas animações já feitas para cinema, vencedor do Oscar de Melhor Animação em 2003, A Viagem de Chihiro (Spirited Away, em inglês), do diretor Hayao Miyazaki. Fala, Sr.Schults!

"Um dos desenhos mais bem feitos (hand made) que eu já vi, talvez o melhor. O desenho começa mostrando aquilo que a maioria teme, mudanças. A menina Chihiro está de mudança para uma nova casa, nova escola e, como toda criança, tenta relutar com tudo que pode. 

"Ao tentar chegar em sua casa nova, seu pai se perde e vai parar em um lugar onde ninguém entende o que é. Várias hipóteses e nenhuma resposta a principio. O pai e a mãe param para comer, seguindo seus instintos mais primitivos e Chihiro decide investigar o local, onde um misterioso garoto a manda sair de lá o quanto antes. Ao buscar os pais, descobre que eles acabaram de se transformando em porcos (!). "Isso mesmo, porcos. Confusa e com medo, Chihiro tenta escapar e decide ficar por si só e salvar seus pais desse feitiço. 

"Em sua viagem, a menina descobre que pode encontrar amigos em qualquer lugar, que um amor de verdade sempre volta, que é preciso ter força e sempre manter cabeça erguida. Na aventura, ela enfrenta feitiçeiras, espirítos, pega um trem só de ida e muito mais. 

"O filme ensina, principalmente, que existem vários poderes que cercam o nosso mundo e os outros, mas que o maior poder é o poder do amor. Profundo, não? Se você quer ver um desenho à moda antiga, todo feito a mão e com toda emoção que um desenho pode ter, você tem que assistir A Viagem de Chihiro!"

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