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22 de novembro de 2010

TRON NIGHT - Premiere de "Tron: O legado"


Há mais ou menos dois anos, li que Tron: Uma Odisseia Eletrônica (Tron, 1982) teria uma continuação. Fiquei empolgadíssima, já que sou fascinada pelo primeiro filme da série. Desde então acompanhei todas as notícias possíveis que saiam sobre o andamento das filmagens. Começaram com diretor, atores, produtores, vieram os cartazes, as primeiras fotos e, finalmente, o trailer. Pirei! Sim, pirei horrores!

Enfim, tempos depois, eis que surge a notícia de que o portal Jovem Nerd daria ingressos para a Tron Night (dia 18/11/2010, junto com a pré-estreia do Harry Potter e as Relíquias da Morte), uma premiere especial só para convidados para assistir, antes do mundo inteiro (palavras do diretor Joseph Kosinski, em agradecimento aos que foram), 20 minutos de filme. Mas poxa, só 20 minutos? É aquela coisa, mostra o doce pra criança e depois tira, só pra deixar com mais vontade. Dito e feito!

Bom, cheguei na fila (eu era a segunda) no Shopping Santa Cruz (São Paulo) com meu ingresso (a menor na foto ao lado) para esperar o início da sessão. Entramos e, logo quando subia a escada, achei um caderno do Tron jogado no chão, peguei logo antes que alguém visse. Depois nos avisaram que os brindes estariam embaixo da cadeira... Praticamente ninguém achou, a não ser eu (nada de modéstia!).

Enfim, começa o filme com exibição de 3D só nas legendas. Não mostraram as cenas em 3D... justamente o que me deixou mais curiosa e ansiosa para o dia da estreia.

A história é praticamente igual a do primeiro filme (se você não assistiu, ASSISTA!), mas dessa vez, quem é sugado para dentro do computador é o filho de Kevin Flynn (Jeff Bridges), Sam Flynn (Garrett Hedlund), que depois do desaparecimento do pai, recebe uma mensagem que veio de dentro do inativo fliperama onde era o escritório de Kevin. Pois bem, mostraram, lutas gladiadoras cybernéticas, corridas de lightcycles e o encontro com a mocinha Quorra (Olivia Wilde) e, claro, o encontro do filho com seu pai desaparecido.

O filme não foi mostrado em sequência, mas sim, algumas cenas, muito empolgantes por sinal. A trilha sonora do Daft Punk não deixou a desejar, combinou direitinho com a adrenalina do filme. Os efeitos especiais deixaram Avatar no chinelo, e não é porque eu seja puxa-saco de Tron, é porque é realmente muito bem feito, muito bonito, visualmente atraente e empolgante.

Em alguns momentos, onde faziam referência ao filme original, meus amigos diziam que só faltava eu chorar, de tão emocionada que fiquei! O ruim disso tudo é ter que esperar até dia 17/12 para poder ver (e babar) no filme completo...

Mas fico muito feliz e honrada por ser uma das poucas pessoas que sabem que vale a pena esperar esse dia.
E mais uma vez, fico feliz em dizer que a Disney sabe o que faz!


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