Parceria

7 de julho de 2017

SEQUÊNCIA DE “JURASSIC WORLD” JÁ TEM TÍTULO NACIONAL E DATA DE ESTREIA

Com o título “Jurassic World: O Reino Está Ameaçado”, longa chega aos cinemas brasileiros em 21 de junho de 2018
A Universal Pictures acaba de divulgar o título nacional da sequência de “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros”, uma das bilheterias mais expressivas de 2015, com mais de R$ 90 milhões em renda apenas no Brasil. “Jurassic World – O Reino Está Ameaçado” (Jurassic World: Fallen Kingdom) chega aos cinemas brasileiros em 21 de junho de 2018.

A nova produção, que contará com direção de J.A. Bayona, de “O Impossível”, traz de volta toda a nostalgia, aventura e emoção de uma das franquias mais populares e queridas do cinema. No filme, Chris Pratt e Bryce Dallas Howard voltam ao elenco ao lado de James Cromwell, Ted Levine, Justice Smith, Geraldine Chaplin, Daniella Pineda, Toby Jones, Rafe Spall, e dos já conhecidos da série BD Wong e Jeff Goldblum.

O filme é uma distribuição da Universal Pictures, em parceria com a Amblin Entertainment, e traz Steven Spielberg e Colin Trevorrow como produtores executivos.

6 de julho de 2017

MULHER-MARAVILHA ARRECADA R$100MI NAS BILHETERIAS BRASILEIRAS

O primeiro filme da super-heroína da DC como protagonista segue em cartaz nos cinemas brasileiros e já foi visto por mais de 6 milhões de pessoas
Mulher-Maravilha ultrapassou a marca dos R$100 milhões arrecadados nas bilheterias nacionais. Em sua quarta semana em cartaz, o longa dirigido por Patty Jenkins já foi visto por cerca de 6 milhões de pessoas no Brasil.

Os números também colocam o filme como o maior longa-metragem de super-heróis de 2017 no país, ultrapassando “Logan” e “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Junto com Estados Unidos (1º) e China (2º), o Brasil segue ocupando o pódio dos três melhores resultados do filme no mundo, que já arrecadou, no total, mais de US$710 milhões.

5 de julho de 2017

O Assassino: O Primeiro Alvo [Trailer Legendado]

Ação e tensão dominam o primeiro trailer de 'O Assassino: O Primeiro Alvo'



COM DYLAN O'BRIEN E MICHAEL KEATON, LONGA TEM ESTREIA NOS CINEMAS AGENDADA PARA SETEMBRO

Divulgado internacionalmente pela Lionsgate, o primeiro trailer de “O Assassino: O Primeiro Alvo” (American Assassin) evoca emoção e tensão durante as cenas de ação. A produção é inspirada no best-seller homônimo de Vince Flynn.

“O Assassino: O Primeiro Alvo” acompanha Stan Hurley (Michael Keaton), um agente de treinamento da CIA, que recebe a tarefa de treinar Mitch Rapp (Dylan O’Brien), um ex-soldado das forças especiais, que está devastado após a morte de sua noiva durante um atentado terrorista e tomado por um sentimento de revanche.

O filme dirigido por Michael Cuesta (de “O Mensageiro”) reúne ainda os atores Taylor Kitsch, Scott Adkins, Sanaa Lathan e Shiva Negar.

Com distribuição nacional Paris Filmes, o longa tem estreia nos cinemas agendada para 14 de setembro.


4 de julho de 2017

HOMEM-ARANHA: DE VOLTA AO LAR, 2017 (crítica)

Com um toque a mais de inocência ao herói, Tom Holland se confirma com o melhor Spider-man dos Cinemas.
Estivemos na cabine de imprensa de Spider-Man: Homecoming nesta terça em Porto Alegre, onde o filme foi exibido para cerca de 40 jornalistas e críticos de Cinema. A recepção do seleto grupo de espectadores foi muito positiva, houve muitas risadas durante a exibição e momentos surpreendentes da trama.


A história está inserida no "universo" Marvel no contexto dos "Vingadores". O filme faz conexão com filmes do Homem de Ferro, Vingadores e Capitão-América: Guerra Civil. Sobretudo por este último, onde ocorre a primeira aparição do jovem Tom Holland como Homem-Aranha.

Na trama, após os episódios relatados no primeiro Vingadores, quando houve a grande batalha com alienígenas que invadiam Nova York, entre os escombros restam inúmeros artefatos da tecnologia alienígena. É quando surge Adrian Toomes (Michael Keaton), um empresário que busca trabalhar no recolhimento e reciclagem deste material. Quando seu projeto é cortado pelo Governo Americano e as empresa Stark (do Homem de Ferro), Adrian se torna o Abutre, o vilão que rouba os carregamentos com material alienígena, transforma em outras armas, misturando com tecnologia terráquea e vende para criminosos.

Ansioso por sua próxima missão junto aos Vingadores, Peter Parker / Homem-Aranha está ainda no colégio (o que equivaleria ao 2º ano do 2º grau). Assim, enfrenta dramas adolescentes e tem em volta o que vem a ser seu escudeiro e melhor amigo, Ned (Jacob Batalon). O centro de seu drama é o desejo por mostrar seu valor e o quanto pode ser responsável para Tony Stark / Homem de Ferro (Robert Downey Jr), para que possa ser um integrante oficial dos Vingadores.

Interessante aqui é que, apesar de querer protejer sua tia May (Marisa Tomei), não contando que ele é o herói aracnídeo, o filme não fala nada do famoso tio Ben (grande referência nas histórias do Homem-Aranha), nem aos pais de Peter, nem o porquê de só viverem os dois na mesma casa.

Como o "amigo da comunidade", Peter passa os dias de Spider-Man, ajudando senhoras a encontrar endereços, a tirar gatos de árvores, evitar pequenos assaltos. Até que num certo dia ele se depara com um assalto a banco eletrônico onde os bandidos estão usando as armas com tecnologia alienígena.

Ao tentar avisar Tony Stark sobre o ocorrido através de seu guarda-costas Happy Hogan (Jon Favreau), Peter percebe que ninguém o leva a sério e tenta resolver o problema por conta própria. É assim que ele chega ao Abutre.
Resumindo, eis a trama do filme: a necessidade de Peter amadurecer e mostrar valor para entrar para os Vingadores, enfrentando um vilão disposto a liquidá-lo de vez, enquanto enfrenta as dificuldades de convívio adolescente no colégio.

É de praxe a Sony investir pesado no elenco de seus filmes de super-heróis para garantir, pelo menos boas atuações, caso a trama / roteiro não sejam tão bons. O que chama mais a atenção é que, além do roteiro ser bom e as atuações ótimas, Tom Holland brilha em seu personagem, de maneira cômica e mais ainda cativante.

A edição tem ótimas referências a outros filmes e, junto com a trilha sonora, segue a linha de criar referências do "anos 80" para os fãs que já tem entre 30 e 40 anos de idade, principalmente a música tema, uma variação do clássico tema de Spider-Man de 1967. Não quero fazer spoilers, mas há uma cena ao estilo do final de "Curtindo a Vida Adoidado" em que ele atravessa os pátios de várias casas correndo que ficou sensacional.

Apesar de novato nos cinemas, o diretor Jon Watts ( se mostrou bastante capaz ao dar sua visão sobre o roteiro de Jonathan Goldstein e John Francis Daley (ambos de Férias Frustradas, 2015). O que fica mesmo é o sentimento de que realmente Tom Holland se afirma como o melhor Homem-Aranha dos Cinemas e o que o filme deixa um gostinho de quero mais, e logo!

Confiram o trailer abaixo. Até a próxima!

9 de junho de 2017

A MÚMIA, 2017

Quem é cinéfilo de carteirinha vai se lembrar que essa não é a primeira tentativa recente do estúdio Universal em trazer os seus monstros clássicos de volta para o cinema e conseguir, a partir deles, criar um universo expandido. Isso já foi tentando em 'Drácula - A História Nunca Contada', mas que, devido a péssimas ideias e má direção, as possibilidades foram para o espaço. Eis que novamente o estúdio tenta com A Múmia, mas a indecisão de fazer uma aventura ou terror, faz com que o filme perca a sua própria identidade.

O filme começa nos tempos antigos do Egito, onde vemos uma princesa chamada Ahmanet (Sofia Boutella) ser enterrada nas profundezas do deserto após ter matado o faraó. A trama corta para o presente, onde vemos Morton (Tom Cruise), um soldado americano que está somente interessado em adquirir algum lucro no Iraque através de escavações. Após roubar um mapa da arqueologa Jenny Halsey (Annabelle Wallis), ele parte em busca de relíquias, mas acaba encontrando algo que não deveria ter sido acordado.


Confesso que o primeiro ato é até bem empolgante, já que o cineasta Alex Kurtzman (Bem-vindo à Vida) soube criar um clima com um teor bem sombrio para trama, mesmo ela se passando sob a luz do deserto. Ao mesmo tempo, soube apresentar boas cenas de ação nos primeiros minutos, principalmente com umas bem imprevisíveis: a cena do avião caindo com os protagonistas dentro é disparado o melhor momento.


Porém, essa harmonia entre ação e terror não dura muito, já que esse esforço de unir os dois gêneros num único filme sempre acaba sendo sofrido e aqui não é diferente. O resultado é um filme que, aos poucos, perde a sua identidade e não sabendo onde mirar para se acertar, mas sim jogando inúmeras boas idéias fora e das quais poderiam ter gerado algo bem criativo. Parece que sempre há uma sensação de desespero dos roteiristas da produção em nos dizer que isso irá gerar uma universo expandido, mas se esquecendo antes de nos apresentar uma trama bem conduzida.


Além disso, a situação piora quando vemos velhas caras conhecidas do cinema, mas atuando como se estivessem no piloto automático. Tom Cruise como protagonista, por exemplo, nada faz aqui do que interpretar o mesmo tipo de personagem em que ele atuou nesses últimos vinte anos e o que torna o resultado final bem desanimador. E se Russell Crowe se apresenta com todas boas intenções para nos brindar com uma nova versão de Henry Jekyll para o cinema, eis que a péssima direção do cineasta, aliado a idéias desperdiçadas, fazem com que o seu personagem seja usado de uma forma burocrática e estando ali únicamente para nos dizer que existe um mundo maior a ser explorado.

Felizmente, a ideia de trazer uma múmia em sua forma feminina não se tornou algo devidamente desperdiçado. Sofia Boutella (Star Trek: Sem Fronteiras) se esforça ao máximo em cena, mesmo com as maquiagens e efeitos que criam o visual da sua personagem e sempre sentimos uma aura trágica toda vez que ela surge em cena. O mesmo não se pode dizer de Annabelle Wallis (Annabelle), cuja personagem poderia ter sido facilmente interpretada por qualquer outra atriz, já que ela está ali somente para criar um dispensável par romântico com o protagonista.

Com uma divertida (ainda que desperdiçada) referência que a trama faz ao clássico "Um Lobisomem Americano em Londres" (de 1981), A Múmia é um filme sem identidade própria, cuja a ambição do estúdio de querer criar um universo expandido de monstros clássicos do cinema acaba que por nublando um resultado positivo para o filme. 


Receba no seu e-mail - Cadastre-se!

Mais Lidos do blog